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O sol sempre vai brilhar...
Escrito por Lidiane Bitencourt às 09h46
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Talvez seja esta,
a terra mais distante que percorri Com uma visão de montanhas,
difíceis de escalar
Mas de maravilhosa beleza
A medida que o tempo passa Descubro novas formas de caminhar,
de respirar...
É tudo tão limpo e transparente Há uma brisa que acalma E há sempre uma árvore
sob a qual posso descansar ...

Escrito por Lidiane Bitencourt às 20h42
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Escrito por Lidiane Bitencourt às 13h23
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[4 meses!!!!]

Escrito por Lidiane Bitencourt às 12h16
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Nunca foi tão bom ter barriga!

Devo confessar: tá um pouco forçado! ihihihih
E a foto em si tá ruim, mas o que vale
é a felicidade do momento, né?!
E é a minha primeira foto gravidinha!
Escrito por Lidiane Bitencourt às 12h46
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História de flor... violeta!
Há cinco anos minha sogra tem uma plantinha
(uma violeta) em casa que nunca havia florido.
Hoje ela me contou ter tido a intuição de que a violeta
floresceria quando algo de muito especial acontecesse.
Ela disse que logo após eu ter anunciado a minha gravidez,
a flor nascera ...
A flor é a netinha(o) que ela tanto deseja!
Achei tão bonitinha a história,
resolvi compartilhar com você
que vem sempre me visitar.
Escrito por Lidiane Bitencourt às 13h01
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O filho que eu quero ter
É comum a gente sonhar, eu sei Quando vem o entardecer Pois eu também dei de sonhar Um sonho lindo de morrer
Vejo um berço e nele eu me debruçar Com o pranto a me correr E assim, chorando, acalentar O filho que eu quero ter
Dorme, meu pequenininho Dorme que a noite já vem Teu pai está muito sozinho De tanto amor que ele tem
De repente o vejo se transformar Num menino igual a mim Que vem correndo me beijar Quando eu chegar lá de onde vim
Um menino sempre a me perguntar Um porquê que não tem fim Um filho a quem só queira bem E a quem só diga que sim
Dorme, menino levado Dorme que a vida já vem Teu pai está muito cansado De tanta dor que ele tem
Quando a vida enfim me quiser levar Pelo tanto que me deu Sentir-lhe a barba me roçar No derradeiro beijo seu
E ao sentir também sua mão vedar Meu olhar dos olhos seus Ouvir-lhe a voz a me embalar Num acalanto de adeus
Dorme, meu pai, sem cuidado Dorme que ao entardecer Teu filho sonha acordado Com o filho que ele quer ter
[Vinicius de Moraes - Toquinho]
Escrito por Lidiane Bitencourt às 16h27
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De lágrimas e de risos
fiz um canteiro
onde plantei uma
semente de amor.
Gritei aos quatro ventos
minha felicidade ...
ela vai nascer.

Escrito por Lidiane Bitencourt às 13h07
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"Tanto mais simples as imagens,
mais divinas,
a ponto de muitas vezes,
realmente se temer descrevê-las".
Escrito por Lidiane Bitencourt às 17h37
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“NUVENS são só nuvens, não é o fim do SOL.”
Quando estivemos acampados na Praia do Sono em Paraty/RJ,
só no primeiro dia fez sol, no entanto,
tivemos momentos muito felizes ...
Mesmo com todas as nuvens e chuva, ainda havia vida, alegria...
havia a certeza de que o Sol voltaria.
Assim o é em nossas vidas,
os dias tempestuosos nem sempre correspondem a tristeza.
Talvez seja nesses dias que paramos para analisar nossas vidas,
para questionarmos o que somos e o que queremos ser,
para buscar o essencial em nós,
o que vai além das superficialidades e artificialidades.
Depois disso, preparados, podemos encarar os dias claros ...
Escrito por Lidiane Bitencourt às 20h20
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"ainda não é agora
a confusão prossegue
sonhos afora" >>...<<
Escrito por Lidiane Bitencourt às 14h50
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[Orgia de inocência]
"Borboletas
Meretrizes
Fazem programa
No jardim
Tão promiscuos,
Os beija-flores
Beijam rosas
Beijam dálias
Beijam jasmins
Todo dia é assim
Uma orgia de inocência
No meu jardim"
Escrito por Lidiane Bitencourt às 08h29
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[AMOR BASTANTE]
quando eu vi você
tive uma idéia brilhante
foi como se eu olhasse
de dentro de um diamante
e meu olho ganhasse
mil faces num só instante
basta um instante
e você tem amor bastante
Paulo Leminski
Escrito por Lidiane Bitencourt às 17h53
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... E o momento presente é eternidade.

Escrito por Lidiane Bitencourt às 15h38
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Regurgitofagia
E tszzzz, tome choque!

Michel Melamed
Ator-autor do monólogo-sensorial Regurgitofagia.
"Vomitar excessos a fim de avaliarmos
o que de fato queremos redeglutir".
Melamed faz questão de confessar que o termo teve como inspiração o "Manual antropofágico",
de Oswald de Andrade, que, tomando como exemplo a deglutição do Bispo Sardinha
por índios antropófagos, propunha que "deglutíssemos as vanguardas européias
a fim de criarmos uma arte genuinamente brasileira".
No espetáculo, fruto de uma Bolsa RIOARTE segmento 'Arte e Tecnologia', o criador multimídia Michel Melamed mescla diversas matizes de expressão, utilizando-se da integração de linguagens (stand-up comedy, poesia falada, performance, teatro experimental e artes-plásticas), através exclusivamente de fragmentos de textos autorais e de uma interface denominada "pau-de-arara": cada reação sonora da platéia (respostas a perguntas específicas, risos, vaias, aplausos, tosses, etc.) é captada por microfones que as transformam em descargas elétricas sobre algumas extremidades de seu corpo.
Produção: Michel Melamed e Cia Teatro Químico.
Escrito por Lidiane Bitencourt às 14h48
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